DOCNEWS (18/09/2018 – 24/09/2018): Confira os Destaques da Semana

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Por 24 de setembro de 2018 Sem Comentários

A semana entre o dia 18 de setembro e 24 de setembro tivemos vários acontecimentos importantes. Então o nossos Destaques da Semana trazem para você 4 notícias destaques para você não perder nada!

Nesse post iremos abordar os seguintes pontos: Pesquisa mostra quadro da desigualdade salarial entre homens e mulheres, Parcela de brasileiros na extrema pobreza cresceu durante recessão, Brasil gerou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto e Múltis brasileiras inovam mais que estrangeiras e indústrias nacionais.

DOCNEWS (18/09/2018 – 24/09/2018): Confira os Destaques da Semana

Pesquisa mostra quadro da desigualdade salarial entre homens e mulheres

DOCNEWS (18/09/2018 – 24/09/2018): Confira os Destaques da Semana Advogado Correspondente Jurídico DOC9

Pesquisa sobre remuneração com foco na discrepância salarial entre homens e mulheres realizada com empresas do setor de indústria e serviços que fazem parte da Aliança para o Empoderamento das Mulheres, mostra o quadro atual de discrepância salarial no conjunto dessas companhias. A Aliança foi criada em 2011 com o intuito de desenvolver práticas corporativas que contribuam para o aumento da representação feminina nos negócios.

Participaram do levantamento: Avon, Accenture, Cummins, Dow, Ernst & Young, IBM, KPMG, Maersk Line, Onu Mulheres, PwC, Talenses, Unilever e Whirlpool. Entre os mais de 40 mil funcionários das organizações analisadas, 42% são mulheres.

Leia abaixo as principais considerações do estudo:

Salário: No Brasil, a diferença salarial entre homens e mulheres chega a 22%. Na União Europeia, a Alemanha é o país que apresenta a maior disparidade, também com 22%. No Reino Unido, a diferença é de 16% e nos Estados Unidos é de 18%. Nas empresas analisadas, a disparidade é de 16%. Para cargos de direção, a variação média aumenta para 27%.

Áreas: Nas áreas administrativas e operacionais, as diferenças salariais entre os dois gêneros é, em média, de 21%. Nas áreas comerciais, no entanto, essa diferença atinge o maior percentual, de 45%. As áreas com maior participação feminina são: Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional (74%), Economia, Finanças e Administração (62%) e Planejamento, Comunicação e Informação (61%). Já a área da Tecnologia da Informação (TI) é predominantemente masculina, com apenas 38% de mulheres.

Escolaridade: 78% dos homens possuem diploma de ensino superior, já a taxa de formação para as mulheres é de 69%. Aqueles com curso superior de ambos os gêneros recebem, em média, 71% a mais que aqueles que possuem apenas o ensino fundamental. As diferenças salariais entre homens e mulheres formados é de 6%, em média.

Estado Civil: Dentre as funcionárias das empresas analisadas, 48% são casadas, 32% solteiras e 20% divorciadas/viúvas/outro. A diferença salarial entre homens casados e mulheres casadas é de 9%. Entre solteiros, o número sobe para 10%. A diferença salarial entre aqueles que se declararam divorciados/viúvos/outro é de 5%. A taxa mais alta vai para a discrepância de salário entre homens casados e mulheres solteiras, que chega a 25%.

Filhos: 56% das mulheres não têm filhos. A diferença salarial entre homens e mulheres com filhos é de 17%. Entre os sem filhos, cai para 10%.

Faixa etária: A maior discrepância entre salários está entre os mais velhos, com 60 anos ou mais: a média chega a 58%. No outro espectro, a faixa entre 31 e 35 anos é aquela com menor discrepância, de apenas 0,2%.

Tempo de empresa: 3% dos homens e 2% das mulheres que trabalham nas entidades analisadas têm 35 anos ou mais de instituição. Nessa faixa, a diferença salarial média é de 64%.

Plano de carreira. O potencial de crescimento na carreira para homens é 33% superior ao das mulheres. Nos planos de sucessão, o percentual de homens é 41% superior ao sexo feminino.

Parcela de brasileiros na extrema pobreza cresceu durante recessão

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Estudo do Banco Mundial mostra que a parcela de brasileiros na extrema pobreza cresceu no primeiro ano da recessão econômica. Em 2015, 3,4% ou 6,9 milhões de brasileiros viviam com menos de US$ 1,9 por dia – o equivalente a R$ 4,1 à época. Um ano antes esse percentual era de 2,8% da população.

O estudo também mostra que a parcela de pessoas pobres – classificação que engloba toda a população que vive com menos de US$ 5,5 ou cerca de R$ 12 por dia – cresceu de 17,9% para 20,6%, alta de quase 3 pontos percentuais, durante os dois anos de recessão (entre 2014 e 2016). Esse aumento, destacou o Banco Mundial, interrompeu uma década de redução de pobreza. A instituição destacou que essa alta veio acompanhada de um “notável salto na taxa de desemprego” no período.

– O grosso do aumento da pobreza foi de 2014 para 2015, quando a renda caiu mais e houve uma reversão súbita dos indicadores. Entre 2016 e 2017 esperávamos alguma melhora, mas a pobreza aumentou um pouco, como mostrou a Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios, do IBGE) – observa Marcelo Neri, economista e diretor do FGV-Social.

“Uma grande contração da economia brasileira, em 2015 e 2016, interrompeu uma década de sustentada redução da pobreza”, ressaltou a instituição. Segundo ela, entre 2003 e 2014 o país havia reduzido a porcentagem de pessoas vivendo na pobreza de 41,7% para 17,9%.

Segundo Neri, os dados até meados desse ano mostram que deve haver uma leve melhora no percentual de pessoas vivendo em situação de pobreza no país, mas que nem de longe compensam as perdas dos anos de recessão:

– Voltamos aos níveis de pobreza de 2011 e 2012. É uma década perdida em termos de pobreza.

Brasil gerou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto

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O presidente Michel Temer publicou uma mensagem no Twitter nesta quinta-feira (20) na qual informou que o Brasil gerou mais de 100 mil empregos carteira assinada em agosto.

Na mensagem, Temer afirma que o número é referente ao resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

“Fui informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação. #Caged”, publicou o presidente.

Procurado pela TV Globo, o Ministério do Trabalho informou ainda não ter previsão de divulgar os dados oficiais do Caged de agosto.

Em julho, segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregos formais e em junho, foram fechadas 661 vagas.

Múltis brasileiras inovam mais que estrangeiras e indústrias nacionais

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Rodas flexíveis que se deformam para evitar danos ao passar por buracos, motores para veículos elétricos, carrocerias de ônibus com placas de alumínio parafusadas, substância que reduz o impacto ambiental de tintas e resinas são alguns dos produtos inovadores, alguns deles globalmente, desenvolvidos por multinacionais brasileiras.

Estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que, embora seja um grupo pequeno, de cerca de 60 empresas, as multinacionais brasileiras são mais inovadoras do que as companhias estrangeiras e os grandes grupos nacionais instalados no País.

O estudo tem como base a última Pesquisa de Inovação (Pintec), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi coordenado pelo Fórum de Empresas Transnacionais da CNI, que detalhou os resultados dos segmentos alimentício, têxtil, couros e calçados, celulose e papel, químico, metalurgia, veículos automotores e máquinas, aparelhos e materiais elétricos.

Do grupo de multinacionais, 55, ou 92% delas, desenvolveram produtos ou processos produtivos inovadores nos três anos analisados, de 2012 a 2014 – a pesquisa é feita a cada triênio e a próxima será divulgada no fim deste ano. Entre as 457 empresas estrangeiras, 371 foram classificadas como inovadoras (81% delas). No grupo de 1.239 indústrias nacionais com mais de 500 funcionários o índice é de 62%, ou 766 empresas.

Na definição da Pintec, atividades inovadoras são caracterizadas pelo lançamento de produtos inéditos e aperfeiçoamento significativo de processos produtivos. O grau maior de inovação por parte das múltis brasileiras é explicado, em parte, pelo fato de terem filiais “num ecossistema diferente, enfrentando concorrentes locais, o que as obriga a serem competitivas naquele ambiente”, diz Fabrizio Panzini, gerente de Negociações Internacionais da CNI e responsável pelo estudo. Mesmo que o desenvolvimento seja feito pela filial, muitas vezes um grupo estrangeiro adquirido pela brasileira já com know-how, “os ganhos dos conhecimentos adquiridos também são trazidos para o Brasil”, acrescenta.

No caso das múltis estrangeiras, a maior parte das inovações vem das suas matrizes e, quando necessário, são adaptadas ao mercado brasileiro. Já parcela significativa das grandes empresas nacionais não reserva investimentos significativos em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

 

Esse foi então o resumo da semana, abordamos tópicos referentes a política, ao mundo, ao mundo jurídico e a DOC9. Quer saber o que aconteceu na semana passada? Também falamos aqui no blog. Ficou faltando alguma coisa? Nos informe nos comentários abaixo!DOCNEWS (18/09/2018 – 24/09/2018): Confira os Destaques da Semana Advogado Correspondente Jurídico DOC9

Barbara Dotti

Barbara Dotti

Bacharel em Engenharia de Produção pela PUCRS em formação. Integra atualmente o nosso time de Marketing e é uma das responsáveis pela comunicação da DOC9 com a nossa Rede de Advogados. Trabalha com projetos de comunicação, planejando e construindo fluxos inteligentes que priorizam a humanização da marca com a sua rede de clientes. Criação de conteúdos épicos via Inbound Marketing, buscando propor soluções para a nossa rede de clientes, explorando temáticas que vão muito além do dia a dia de um escritório de advocacia.

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